Um punhado de imagens de explicações nerd’s do código html. Se você não tem noção nenhuma, vai continuar sem entender nada. (Veja muito mais na continuação)
Vai aih um repost de algo que é muito comum no sul do Brasil, em especial no Oeste Catarinense e Rio Grande do Sul, a utilização de frases comparativas sempre que desejamos reafirmar algo do qual estamos falando que em geral resultam bem humoradas e cômicas.
Vi o post no Mdig e relembrei
Eu detesto flanelinhas. Isso é lugar comum demais, eu sei, mas o fato é que esses seres que vieram do inferno para nos destruir circulam livre e impunemente extorquindo motoristas e cidadãos que querem apenas estacionar os seus carros em paz. Se cada flanelinha que existisse no mundo virasse uma cesta básica, acabava a fome no planeta.
Eu acho que só uma pessoa gosta do flanelinha: a mãe dele. Isso é, se ela não tiver carro e não precisar estacionar em algum lugar que esteja contaminado por essa praga. Caso contrário, nem a mãe dele vai gostar dele. Listo aqui as 10 coisas que mais me irritam nos flanelinhas:
1) Só eles sabem dirigir: normalmente ninguém precisa de um flanelinha acenando feito um boneco de posto dizendo para onde devemos girar o volante ou até onde podemos ir dando ré, mas eles pensam que sim e isso é extremamente irritante.
2) Eles pensam que são transparentes: o flanelinha só se faz útil justamente pelo fato dele ficar NO CAMINHO onde iremos colocar o carro. Se ele fizer a gentileza de sair DA PORRA DA FRENTE da vaga, estacionaremos com muito mais calma, precisão e sem a ajuda deles.
3) Sindicato: eu estou cagando e andando para qualquer que seja, se é que existe, o sindicato dos flanelinhas. Para mim, aquele crachá impresso em papel de rascunho com resto de tinta de impressora vale menos do que uma carteira de estudante vencida.
4) Olhar o carro: dane-se aquele pedido irritante de ‘posso olhar dotô’ ou ‘podexá que tô dando uma olhadinha’. Eu não me importo, pode olhar à vontade. Eu não vou arrancar seus olhos, a vida não é Minority Report (apesar de ter vontade de fazer isso). Só peço que não encoste, não passe a mão, não chegue a uma distância menor que 5 metros do meu querido carro.
5) Vocabulário: ‘vem’, ‘vai’, ‘isso’, ‘aê’, ‘chega mais’, ‘beleza’, ‘desfaz’, ‘gira’, ‘vira’. Eu detesto pagode, aviso logo.
6) Carinho com o retrovisor: outra coisa detestável é mal a gente chegou próximo da vaga, já começa um assédio sexual do flanelinha com o espelho retrovisor, como se o fato dele estar segurando a peça me impedisse de acelerar e fazê-lo beijar o asfalto e comer um pouco de areia.
7) Pancadas no capô/porta-malas/vidro: eu odeio tapinha nas costas e gente me cutucando. Se eu fosse um carro, eu também DETESTARIA isso. Parem de dar tapões no meu carro, eu não sou retardado nem tenho 52 cromossomos. Eu fui devidamente habilitado para dirigir, inclusive fazendo o teste da baliza. Esse tapa me ‘avisando’ que estou estacionado é irritante, desnecessário e nocivo a saúde do flanelinha. Ponha isso na cartilha do sindicato.
8) Valor do ’serviço’: entenda, o dinheiro é MEU, suei para ganhá-lo ao contrário de você, que está vadiando e querendo me extorquir por não fazer nada. O valor quem decide sou EU, e eu dou se quiser. Estacionamento não é restaurante e dinheiro para flanelinha não é taxa de 10%. Foda-se se você está com fome, tem muita gente com fome por aí que não está querendo me roubar. Prefiro alimentar esses. Ao invés de gastar o seu dinheiro com cachaça, gaste com camisinha ou pegue grátis em hospital público. Pense com a cabeça de cima antes de fazer 20 filhos. Só acredito nisso vendo a certidão de nascimento de todos e mesmo assim não estarei comovido.
9) Ameaças: remédio para doido é um mais doido ainda. Não adianta ameaçar, pois cara feia pra mim é fome e já disse que não vou alimentar vagabundo. Se você ousar ameaçar arranhar o carro ou coisa parecida, eu vou ameaçar chegar com a polícia e dar-lhe uns catiripapos que vão fazê-lo querer mudar de ‘profissão’. Ou melhor, arranha logo que só o fato de saber que isso pode resultar em um flanelinha a menos já me anima.
10) Intimidade: eu não sou doutor, pois não fiz doutorado. Eu não sou seu amigo, não sou seu brother, não sou seu colega, não sou seu chapa, não sou legal, não sou seu tio, não sou seu peixe, não sou seu camarada, não sou gente boa, só tenho dois irmãos que não são flanelinhas e nunca vi você mais gordo. Então deixe de intimidade pro meu lado e fique longe do meu carro.
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Algumas situações da adolescência (algumas perduram até a idade adulta) dão vergonha alheia da gente mesmo. Ser adolescente não é fácil, mas os homens sofrem determinadas humilhações que são pra lá de difíceis de se superar. Reuni oito aqui e aposto que a maioria irá concordar comigo:
1. A primeira melada de cueca dormindo. É mais ou menos como os soldados nos primeiros 20 minutos do Resgate do Soldado Ryan. O pirralho fica assustado, confuso e conferindo se aquele líquido estranho tá saindo do corpo dele. Depois que percebe que não é xixi pegando com a ponta dos dedos e vendo que estica feito uma corda de equilibrista, é hora de se limpar. Se um assassino aprendesse com um guri desse como esconder as evidências, nenhum crime teria solução.
2. A primeira xavecada numa menina. Nesse caso, a conversa sempre começa com um “Oi, tudo bom”? Ou então contando alguma piada ridícula, ou qualquer coisa pior que isso. Nos tempos atuais provavelmente o pirralho fala sobre como as fotos dela são bonitas no Orkut ou pede o MSN. Mas o resultado é pior do que Woory Allen falando sozinho.
3. Ter uma ereção involuntária na frente da galera. Nesa fase, quando o pinto sobe é mais ou menos como um furacão. É uma força incontrolável que chega com pouco ou nenhum aviso, deixando você ferrado enquando segue o curso. A primeira coisa que o pirralho faz é inclinar o corpo pra frente ou arrumar um lugar pra sentar, e dar aquela disfarçada básica no hasteamento do mastro. Ou então de repente bate uma vontade súbita de mergulhar na piscina/praia pra se esconder do mico, mas aí já é tarde, literalmente o circo tá armado. E pra completar, com certeza o melhor amigo estará ao lado pronto pra dizer “Fulano tá de pinto duroooooo!”. Ah, fdp!
4. Se mijar/cagar na frente da galera ou em público. Quando adolescentes, não sabemos bem qual a capacidade da nossa bexiga ou do amigo intestino. A gente sempre acha que pode segurar mais um pouquinho, até as costas começarem a doer de tanto contorcionismo. Descobrimos que pular ou dançar não ajuda nem um pouco a segurar o xixi, e que chega uma hora que flátulos saem ao bel prazer do fiofó. Aí, meus amigos, você está muito próximo de assistir as duas últimas aulas escondendo a calça pra ninguém ver que você se mijou ou se contorcendo achando que assim não vai espalhar o futum da freada de bicicleta que ficou na cueca. Tarde demais, amigão. Recomponha-se, use o restinho da sua dignidade e vá mais cedo pra casa ouvindo todos lhe chamando de mijão ou cagão. Mesmo quando você estiver formado, casado, sempre vai ter um corno dizendo “e naquela vez que fulano se cagou na escola?”. Esse é o primeiro da lista dos filhos da puta que você vai negar até um copo d´água no deserto.
5. A primeira briga. Essa é uma das piores situações, ainda mais se na sua escola, assim como houve na minha, tiver aquele gordão chato metido a forte que tira o dia pra ficar enchendo o saco e dando porrada nos mais fracos. Eu não era nenhum exemplo de força no colégio. Apelidos como Vassourito e Salsicha sempre me acompanharam. E na minha época tinha um japa gordo chato pra cacete que me escolheu pra Cristo. Ou você aceita o seu papel de capacho, ou parte pra briga, na certeza do “eu me lasco mas levo uns 2 dentes dele”. No meu caso, não consegui levar dente nenhum e ainda fiquei com fama de mole. Se você tiver a chance, economize 1 mês de mesada e pague a alguém mais forte que o gordão pra dar uma lição nele, e como no pôker, blefe dizendo que essa é só a primeira de muitas, mesmo que você passe fome no recreio o ano todo.
6. Chorar na frente da galera. Não importa o motivo. Mesmo que seja a perda de um parente, levar uma queda e cair de queixo no chão, perder um jogo, apanhar de alguém. Você vai ser chamado de chorão pro resto da sua vida. Soluçar aumenta 5 pontos na escala chorão. Seus amigos vão se afastar pra não pegar nenhum vírus contagioso que transforme eles numa putinha chorona. Talvez 1 semana depois eles voltem a falar com você, sempre sob a alcunha de “Chorão de merda”. Nenhum vai falar com você sobre dignidade, provavelmente eles nem sabem que essa palavra existe nessa época, mas você, ao contrário, vai saber que a partir desse dia isso é uma coisa que você não tem nem um pouco.
7. Ser pego tocando uma bronha. Adolescentes são máquinas sexuais insaciáveis. Digo, sexuais não, pois a única coisa que um adolescente não faz nessa época é sexo. Mas ele homenageia todas as professoras, amigas, primas, e quem mais eles imaginarem. Haja imaginação pra tanta bronha. Chega uma hora que as fantasias ficam repetidas e é até mais demorado conseguir dar aquela ejaculada rala e sofrida porque o negócio fica tedioso. O cúmulo do constrangimento é você no auge do esforço, com as pernas todas esticadas, músculos contraidos, respiração pra lá de ofegante, aquela marca de grude no azulejo na frente da privada e quando você tá quase chegando lá, a empregada, sua mãe, sua tia, sua prima, irmã, pai, etc. pegam você com a mão na massa. Parece que você perde a família naquele momento. Você se sente órfão, abandonado e sem ninguém pra compartilhar todo o sofrimento. Mas nem por isso deixa de tocar 3 por dia. O trauma dura umas 3 horas, ou tempo suficiente pra que você fique sozinho e possa homenagear a vizinha em paz. O engraçado é não ter constrangimento com cuecas amareladas, lençóis que parecem álbum de figurinhas do campeonato brasileiro, de tão duros e quebradiços. Mas enfim, bronha é bronha e vale qualquer coisa pra aliviar a tensão.
8. Pegar os pais dando umazinha. Não importa, mas nós até essa idade temos a certeza de que nossos pais não transam. Quando a gente descobre que eles continuam fazendo isso, mesmo quando sua mãe tem aquele peito de pêra (pêra cintura), aquela bundinha de maracujá (murcha e cheia de buraquinhos) e seu pai aquela barriguinha saliente que sozinha pesa mais que você e seus dois irmãos juntos, e aquele bilau que ele nem lembra mais como é porque faz 20 anos que não o vê, o trauma é irreversível. Dá náuseas só de imaginar aquela cena com os dois coroas suados e no rala e rola. Você praticamente perde a vontade de fazer sexo, isso passa ser uma coisa nojenta.
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